domingo, 16 de novembro de 2008

Conto: O LENÇOL

Abaixo, o link para um conto que publiquei na edição 13 da Scarium. Chama-se O Lençol. Não tenham preguiça, é só dar um clique que essa obra prima da literatura (sim, estou sendo irônico) irá se revelar por inteiro na tela do seu micro. Foi escrito há muito tempo, então não reparem nos erros bobos, ok? Algum dia, eu posto a versão revisada por aqui.

O LENÇOL
http://www.bocadoinferno.com/romepeige/contos/lencol.html

Obs. O link abaixo é do site Boca do Inferno, onde O Lençol está na seção contos (tem muita coisa boa por ali, de vários autores fantásticos). O Boca do Inferno é de longe o MELHOR SITE DE HORROR DO BRASIL! Todo final de semana dou uma visitada, ansioso pelas atualizações. Se ainda não conhece, cuidado! É provável que você perca vários dias navegando por ele:

http://www.bocadoinferno.com/

Obrigado crianças, e até breve.

2 comentários:

Giane disse...

Oi, Mario!

Finalmente, consegui um tempinho para ler seu conto.
Muito bom e claro que li durante o dia porque de noite, não sei não...

Quando criança, morei em uma casa em que parecia ver um "monstro" no quarto escuro. Era uma espécie de mancha marrom, no meio da escuridão. O legal quando ele se aproximava, bastava fechar os olhos e ele ia para longe e assim, eu "brincava" com aquela "mancha" até adormecer. Mudamos para outra casa no mesmo quintal e lá não havia "monstro". Eu olhava para a casa em que morei muito contente, pensando que os novos moradores que "se virassem" com o "monstro" no quarto.

Concordo, criança tem cada uma.
Nunca mais vi outras "manchas marrons" no escuro, mas por uma dessas coincidências da Vida, nunca mais voltei a dormir em quartos tão escuros como aquele novamente...

Vou ficar de olhos bem abertos para ler suas estórias!

Beijos mil!!!

questão disse...

Lí o conto O LENÇOL, e de fato é o melhor dos que lí até então. No começo até nos identificamos com o personagem. Quem nunca teve a sensação de estar ameaçado no escuro do quarto quando criança?

O final de fato é surpreendente, pois achei que o protagonista estava contando a historia para um filho ou sobrinho.

Notei um ponto em comum com um conto anterior. Assim como em A PROMESSA, temos um final em aberto, com a ameaça rondando a futura vitima.